Diretores do Sindinova visitam Centro de Treinamento e Desenvolvimento da Indústria 4.0 do SENAI

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Visita SENAI 4.0

Empresários calçadistas, que fazem parte da diretoria do Sindinova, estiveram hoje no Centro de Treinamento e Desenvolvimento da Indústria 4.0 do SENAI, em Contagem.  Construído para dar suporte ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) de todo o estado, o local atua com tecnologia e informação aplicadas ao sistema de produção.

Para o presidente do Sindinova, Ronaldo Lacerda, o SENAI possui conhecimento sobre como executar uma tarefa com maior otimização e tem muito a oferecer para as indústrias calçadistas.

“Conseguimos ver na prática muita coisa sendo aplicada no processo que teríamos que adaptar para a indústria de calçados. É uma maneira de ver em tempo real como está a produção da empresa. Existem sensores, equipamentos que podemos colocar nas máquinas para medir a produção, medir a qualidade da produção, então é um sistema de monitoramento na indústria que encurta o tempo de resposta para soluções de problemas”, afirmou Lacerda.

Além da agilidade no processo produtivo, Lacerda chama a atenção para a engenharia empregada nos sistemas de informação. Por meio de um dispositivo implantado nas máquinas, os industriais são orientados sobre a necessidade de realização de manutenções.

“Esses sistemas de informações podem também orientar o industrial sobre manutenções preventivas, necessidade de manutenção, prevê se uma máquina precisará de manutenção. São várias coisas que podem ser feitas e que a gente tem tecnologia para isso”, frisou.

Melhorias nas indústrias

Para que haja um avanço do parque industrial, Ronaldo destaca que é preciso fazer um estudo em cada empresa junto com o SENAI para aplicar as melhorias necessárias. Segundo Lacerda, as empresas devem seguir um procedimento de melhoria para que o progresso seja feito com sucesso.

“O primeiro passo para as empresas poderem fazer este trabalho de indústria 4.0 é melhorar o seu processo produtivo. Organizando o seu processo, a empresa poderá passar para a parte de digitalização do processo. Se não organizar o processo primeiro, não conseguirá digitalizar e a fábrica terá dificuldade de implementar as melhorias”, pontuou.

Selma Assis
Assessora de Comunicação

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