Núcleo de Exportação é instalado no Sindinova

0 Flares Filament.io -- 0 Flares ×

Objetivo é abranger novos mercados, principalmente, da América Latina

Na foto, Mário Menezes e Ana Luísa Gomes

Após a Francal, iniciaram-se no Sindinova as movimentações para realizar comércio internacional com as fábricas do Polo. O objetivo é apoiar os associados por meio de orientações e suporte em todo o processo de exportação.

Segundo o presidente do Sindinova, Ronaldo Lacerda, a economia está paralisada e se faz necessário buscar novos mercados para movimentar o setor calçadista.  Ronaldo acredita que com a valorização da moeda americana, o momento é oportuno para negociações.

“O consumo no Brasil está estagnado e nós temos um polo industrial que está a todo ano aumentando, então temos que procurar novas opções de venda. Dentro do mercado nacional todos tentam, ainda, vender nos estados ou nas cidades que ainda não vendem. Hoje, estamos com o dólar muito favorável para exportação e nós percebemos que muitos distribuidores e importadores têm buscado no Brasil uma solução de compra. Nós temos que aproveitar a oportunidade”, enfatizou Lacerda.

Intermediação

Para auxiliar os empresários a iniciar ou potencializar o comércio exterior, o Sindinova contratou dois agentes de exportação. Mário Menezes e Ana Luísa Gomes atuarão dentro do Sindicato dando assistências às fábricas com as traduções de inglês e espanhol e auxiliando em todo o suporte comercial e logístico necessário para o processo de exportação.

O trabalho de prospecção de clientes começou durante a última SICC, ocorrida em maio deste ano. “Nós prospectamos 20 clientes importadores, dos 20, 19 não conheciam o Polo de Nova Serrana e nós os convidamos para conhecer a Fenova”, afirmou Lacerda.

Na 51ª Francal, os agentes conseguiram contatos com mais 18 importadores, sendo a maior parte da América do Sul. Para o agente, Mário Menezes, um dos passos mais importantes para iniciar o processo de exportação é a qualificação.

“O polo de Nova Serrana tem uma potência muito grande, a gente tem que internacionalizar isso. Para que isso aconteça, temos que preparar as indústrias através de alguns programas de qualidade que existem pela Apex como o PEIEX, por exemplo. Estamos inseridos neste programa e foram criados alguns critérios também para que as empresas possam seguir a fim de começar a exportação”, ressaltou Menezes.

“Nova Serrana, atualmente, tem um percentual muito baixo em comparação ao potencial que ela tem para exportar. São 100 mil habitantes e cerca de 830 indústrias produtoras de calçados, dessas empresas pouquíssimas fazem exportação. É uma quantidade mínima do que realmente deveria ser”, pontua a agente de exportação Ana Luísa Gomes.

24ª Fenova

Além das interlocuções entre as fábricas e o mercado exportador, os agentes também têm a tarefa de conseguir trazer importadores para a 24ª Fenova.

“A nossa ideia é trazer de 10 a 15 importadores para a feira de agosto e nós vamos precisar deste suporte. Estamos acertando com a Abicalçados para nos encaminhar uma relação de importadores e eu acho que vai ser muito bem sucedido”, revela o vice-presidente do Sindinova, Pedro Gomes.

Selma Assis

Assessora de Comunicação

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Filament.io -- 0 Flares ×