Positivo e surpreendente, este é o balanço da Francal 2019

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Polo Coletivo de Nova Serrana foi o maior e o mais visitado da Feira

Entrada Estande Coletivo Nova Serrana

Iniciada no dia 3 de junho, a 51ª edição da Francal encerrou a mostra no último dia 5. Foram três dias de exposição, negociações e grandes eventos paralelos.  Na avaliação dos expositores de Nova Serrana, apesar da significativa redução da feira, o Polo Coletivo foi o que mais se destacou em tamanho e visitação.

Estrategicamente posicionado na avenida principal e com um espaço de mais de mil metros quadrados, o estande coletivo recebeu um volume extraordinário de lojistas nacionais e estrangeiros. Para o presidente do Sindinova, Ronaldo Lacerda, a feira realçou a capacidade de produção e de vendas do Polo.

“A Francal foi uma surpresa muito boa, muito positiva para os fabricantes de Nova Serrana que estiveram juntos no grupo dentro da Francal. A gente percebeu a força do Polo de Nova Serrana e, principalmente, percebemos o quanto Nova Serrana consegue atrair os lojistas, consegue ser oportunidade de compra para os lojistas do Brasil”, avaliou Lacerda.

O vice-presidente do Sindinova, Pedro Gomes, também confirmou o sucesso da feira e da movimentação no estande. “Foi muito bem sucedida esta feira do ponto de vista das empresas que expuseram. Nós não sabemos, ainda, na questão comercial onde nós chegamos em matéria de venda, mas o nosso estande, de longe, foi o mais visitado nestes dias. Eu encontrei com o Abdala, que é o dono da Francal, e ele disse que as informações que ele está tendo é que o Polo de Nova Serrana é o que teve mais visitação. Isso é muito confortável para a gente, estamos feliz com isso”, pontuou Gomes.

Exportação

O empresário Edvaldo Gonçalves, fabricante de calçados infantis, ressaltou as oportunidades de negócios e prospecções conseguidas na exposição. “Foi bastante interessante do ponto de vista das exportações. Ficaram algumas coisas já encaminhadas com importadores que passaram no estande para fazer negócios futuros. Em questão do mercado nacional também, algumas redes, principalmente de São Paulo, fizeram pedidos, outras agendaram visitas, então é um balanço positivo. A Francal para mim é a porta de entrada para o segundo semestre. A gente já se prepara para ter um volume maior de venda e produção”, apontou Gonçalves.

Quem também aproveitou a visita dos importadores foi a proprietária de uma marca de calçados femininos, Sidália Ferreira. A expositora conseguir fazer vários contatos durante a Feira.  “Consegui bastante cliente novo e clientes de fora do país que a gente fez vários contatos interessantes. Estamos querendo entrar na exportação, então a feira foi muito produtiva mesmo”, afirmou.

Importadores

Em busca de abranger ainda mais o mercado externo, o Sindinova levou para a Francal dois tradutores para atuar na interlocução de importadores e fabricantes. Mário Menezes e Ana Luísa Gomes recepcionaram 18 importadores (Colômbia, Paraguai, Uruguai, Equador, Peru, Irlanda, Polônia, África do Sul) na entrada do estande coletivo e proporcionaram sondagens para futuras negociações.

Segundo Ana Luísa, o objetivo é fomentar o comércio de Nova Serrana com a exportação e também levar ao conhecimento dos importadores a magnitude da capacidade produtiva do Polo.

“Nós viemos para a feira para fazer a inicialização dos trabalhos. As pessoas que eu atendi, conversei e fiz um auxílio, foi muito positivo, principalmente, porque nós os abordamos ali na porta de entrada. Eles [importadores] não conheciam Nova Serrana, não tinham ideia da dimensão da cidade, da sua produção de calçados, então nós trocamos muitas informações”, enfatizou Gomes.

Para Mário Menezes, também do setor de exportação, ao criar uma cultura de comércio exterior, a visão do empresariado tende a ser maior e melhor do seu produto.

“A gente sabe que existe um potencial muito grande nas indústrias de calçados. E, vemos uma possibilidade de fazer um trabalho bem feito, em alta escala, com números bem interessantes. O polo começando a exportar, criando esta cultura de exportação, tudo vai melhorar. É mais uma ajuda em nível de qualidade, a marca do calçado vai internacionalizar, o próprio empresário vai abrir mais a visão”, destacou.

Selma Assis

Assessora de Comunicação

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