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Sindinova representa polo de Nova Serrana em defesa do direito antidumping
Sindinova representa polo de Nova Serrana em defesa do direito antidumping
9 de dezembro de 2015
Representantes de polos calçadistas de todo o país se reuniram com o deputado federal Renato Molling (PP-RS) para discutir sobre a renovação do antidumping chinês
Representantes de polos calçadistas de todo o país se reuniram com o deputado federal Renato Molling (PP-RS) para discutir sobre a renovação do antidumping chinês

Na última quarta-feira, 2 de dezembro, o 1º vice-presidente do Sindinova, Júnior César Silva, representou a entidade em Brasília em reuniões sobre a renovação do antidumping de calçados provenientes da China. Participaram da reunião o deputado federal Renato Molling (PP-RS), a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), o presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, e representantes dos polos calçadistas de Birigui, Franca, Jaú (São Paulo), Igrejinha, Ivoti, Sapiranga (Rio Grande do Sul) e do estado da Bahia. A medida, que já ocorre há cinco anos, tem como objetivo evitar que os fabricantes nacionais sejam prejudicadas por importações realizadas a preços abaixo do custo interno, o que configura prática desleal em acordos comerciais de nível internacional.

A primeira reunião, realizada no gabinete da senadora Ana Amélia Lemos, alinhou informações sobre o processo antidumping e reforçou o apoio da parlamentar ao setor calçadista na questão. “A tarifa antidumping é fator primordial de sobrevivência da indústria calçadista brasileira e combater a prática do dumping preserva milhares de empregos e garantir competitividade ao setor calçadista brasileiro”, destacou a senadora. Em seguida, no Departamento de Defesa Comercial (DECOM), vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), foram informadas aos técnicos do DECOM as dificuldades encontradas pelo setor.

Para Júnior Silva, foi uma oportunidade de representar o polo de Nova Serrana em Brasília e mostrar aos técnicos do DECOM a importância da questão. “A representatividade do polo no cenário nacional, bem como a quantidade de empregos gerados por ele, foram fortemente defendidos. Tive a oportunidade de informar, ainda, que nosso APL seria bastante atingido pela extinção do antidumping, por ainda produzir grande número de calçados esportivos”, informou Silva. Diante das explanações dos representantes do setor calçadista, os técnicos informaram os trâmites pelos quais o processo ainda será submetido até a votação pela sua manutenção ou extinção, que será feita pelos ministros que compõem a Câmara de Comércio Exterior (CAMEX). A votação está prevista par ser realizada no primeiro semestre de 2016.

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