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Sindinova cobra da Cemig medidas que prometem trazer melhorias para as indústrias
Sindinova cobra da Cemig medidas que prometem trazer melhorias para as indústrias
10 de setembro de 2013

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Uma reunião entre o presidente do Sindinova, Sr. Pedro Gomes da Silva, a gerente administrativa, Adriana de Souza, alguns empresários da Região e a gerência das centrais de relacionamento com cliente da Cemig, representada pelo Agente de Comercialização, Mauro Sérgio de Amorim, realizada na sede do Sindicato na última semana, pode trazer mudanças que beneficiarão as fábricas de calçados do Polo.

O principal motivo da reunião foi a mudança do horário de ponta, ocorrida frequentemente, que tem trazido prejuízos para as indústrias, tendo em vista que a faixa de horário estabelecida para cobrança da maior taxa, de 17h às 22h, é ainda muito utilizada para o trabalho nas fábricas, principalmente aquelas que operam em dois turnos. O Sindinova convocou a reunião com intuito de solicitar apoio da Cemig na revogação da medida, porém, de acordo com Amorim, a Companhia Energética cumpre uma determinação da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica. O Sindinova estuda uma forma de questionar juridicamente, a fim de prorrogar o início do horário de ponta em pelo menos uma hora, o que já diminuiria a oneração do empresário. “O que queremos é buscar alternativas para diminuir os prejuízos”, afirma o presidente.

O Sindinova solicitou ainda, à gerência da Cemig, que os desligamentos de energia que porventura forem acontecer, sejam feitos depois do expediente das fábricas, ou seja, após as 17h, salvo os reparos emergenciais. “Às vezes recebemos uma notificação avisando que haverá desligamento das 13h às 17h, assim a fábrica fica parada todo o período da tarde”, lamenta o presidente. Ainda de acordo com Gomes, se houver paralização do fornecimento de energia em apenas um bairro de Divinópolis, em período comercial, cerca de 2 mil funcionários ficam onerosos. “Alguns ajustes poderiam ser feitos em horário alternativo, para que a indústria não pare sua produção por tanto tempo, acarretando prejuízos, como vem ocorrendo”, reforça o presidente. Neste ponto, Amorim afirma que a Cemig poderá intervir para promover a alteração na rotina, agendando os possíveis ajustes e reparos em horários que não prejudiquem a indústria calçadista. “Essa questão está ao nosso alcance e iremos dar encaminhamento”, finaliza.

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